Postagens

Mostrando postagens de setembro, 2012

Uma estrela chamada Hebe

Imagem
Sempre fui fã de Hebe Camargo. Desde que ingressei na blogosfera, publiquei diversos textos demonstrando minha a admiração por ela. Admiração que surgiu bem cedo, diga-se. Lá pelos meus 12 anos, lembro que esperneava para que minha mãe deixasse eu ver seu programa, que ia ao ar depois das 22h no SBT. Como estudava pela manhã, dificilmente ela permitia. Depois, quando eu já mandava no controle remoto, não perdia a atração máxima das noites de segunda-feira. Era muito, muito bom vê-la recebendo todas aquelas estrelas em seu belo sofá branco, absurdamente carinhosa com todos. Quando ficava indignada com algum crime ou com as falcatruas da nossa política, a rainha não se furtava a comentar de maneira incisiva, em tom de protesto. Fazia isso também no “Fora do Ar”, ótimo programa que durou tão pouco no SBT. Como bem disse o diretor Nilton Travesso, Hebe fazia seus programas sempre guiada pela emoção. Pude ver a colagem dos melhores momentos de seu programa na RedeTV, levado ao ar na últ

"Novelão" salva o "Vídeo Show"

Imagem
O "Vídeo Show", definitivamente, não é mais aquela revista eletrônica que amávamos acompanhar no início da tarde. A atração ainda é imprescindível para a Globo - exatamente por ser o mostruário de sua programação e uma importante vitrine para a glamourização dos artistas da casa -, mas já não tem mais o bom acabamento dos tempos de Miguel Falabella e Cissa Guimarães. No comando, André Marques e Ana Furtado nos dá vergonha alheia a cada comentário boboca que tecem entre um VT e outro. Dupla de apresentadores pra quê? A repórter Dani Monteiro é simpática, mas parece um peixe fora d’água ali, talvez por seu histórico no “Esporte Espetacular”. Jaqueline Silva, vinda do “Mais Você”, também é uma boa repórter, mas nos faz sentir saudade da ótima Geovanna Tominaga, que fez exatamente o caminho inverso, do vespertino direto para o matutino de Ana Maria Braga. Boninho, diretor de ambas as atrações, fez besteira. Bruno de Luca é aquele confete de sempre, sem brilho, destoante, que